quinta-feira, 11 de janeiro de 2007

Ó Maestro, tenha dó




O maestro Victorino de Almeida é uma jóia de homem mas também é outro exemplo de utopia capilar e descrédito dentário. Não percebo como pode esta gente [figuras públicas, ainda por cima] desleixar-se desta maneira. O Menino acha que está apresentável?

Barão de Lacerda

8 comentários:

Anónimo disse...

Acho que endoideceu, sinceramente.
Críticas a aspectos ou características físicas pessoais??? Francamente! Já se olhou ao espelho atentamente, é melhor? (ou só podem aparecer na TV as beldades, como as deste blog?)
Avalia as pessoas pelo seu aspecto exterior ou apresentação? Tss, tss, não esperava ler isto assinado por si...

C. p.

C. p.

Anónimo disse...

Não está apresentável.

R.H.C

O Restaurador Olex disse...

Meu caro C.P

Não avalio as pessoas pelo aspecto físico, muito menos pela apresentação.
O que não quer dizer - hélas! - que a estética, o bom gosto e as questões de higiene me passem ao lado. Isso é que era bom.

É evidente que uma pessoa tem todo o direito de optar por um visual desleixado, quiçá badalhoco. Há muitos exemplos de homens e mulheres bem sucedidos que desconhecem a utilidade da escova de dentes, do dentista, do cabeleireiro, do champô, do desodorizante, do corta-unhas e até do chuveiro.
As pessoas sempre me interessaram pelo que dizem, pelo que pensam, pelo que fazem, pelo que leêm, pelo que riem, por aí fora. Conheço muito cretino de sobracelha arranjada e farpela Boss que jamais convidaria para jantar em minha casa.
Mas se tiver de escolher entre duas companhias interessantes, opto mais depressa pela que não cheire mal da boca, dos pés e dos sovacos. Tão simples como isto.


PS - A treta do políticamente correcto diz-me zero.

Barão de Lacerda

Diana Vendrell disse...

Caro Barão

O aspecto ajuda mas não é tudo. Por exemplo a imagem que faço de si é de um homem com barba aparada, cabelo puxado para trás, fato e colete de bom corte e sapatos de fivela. Se o visse na rua e não soubesse quem era talvez não perdesse um olhar consigo; mas se alguém me disesse que aquele homem de camisa de alças e chinela havaiana era o barão de lacerda olhava de certeza.

Os meus cumprimentos

Anónimo disse...

Caro Barão de Lacerda,

penso que (objectivamente)o assunto deste seu post (e do anterior) não se relaciona com aspectos da higiene pessoal destas criaturas. Mas antes a crítica mordaz ao aspecto exterior, ou «utopia capilar» e «cabelo à caniche» são sinónimos de «...cheira mal da boca, dos pés e dos sovacos»?

Também, um visual desleixado, na maior parte das vezes, não equivale a pessoa "porca-badalhoca" (lol). Permita-me contar-lhe algo que recordo (com graça) dos meus tempos de liceu.

Tive duas colegas (irmãs), muito ricas, com governanta e motorista a levá-las à escola. Oh, vestiam com cuidado, peças lindas e caras, inacessíveis ao mais comum dos mortais (eu). Aspecto exterior das manas: 20 valores. No entanto, quando nos aproximavamos... que horror! Não era suportável o cheiro que delas emanava porque simplesmente não tomavam banho! Então era um suplício treinar os levantamentos e outros quando estas madames se ofereciam para "vítimas", nas aulas de socorrismo. Autêntico nojo! Nunca me vou esquecer disso...

Conclusão: cometeu uma grosseria de todo o tamanho ao criticar "publicamente" o aspecto dessas pessoas, mesmo que elas, eventualmente, não valham nada!

C. p.

Anónimo disse...

Esta gente tá louca!!!!então o barão não tem razão????

manuela alves disse...

Caro C.P

Concordo que o maestro é uma jóia de homem (como lhe chamou o barão) e não vejo problema em dizer que o visual dele OBJECTIVAMENTE não é grande coisa: olhe aquele cabelo, aqueles dentes!!!
Mas qual é o problema de dizer isto?
Não é verdade?

Do Bush passam a vida a dizer que tem cara de burro e outras amabilidades, mas como é o maestro, pronto, tem uma boquinha apetitosa.
Ah, estes Portugueses... sempre tão sérios, tão sisudos!

Anónimo disse...

O maestro é um curtido. Lembram-se de quando andava na Avenida de Roma a passear um burro (autêntico), que dizia alimentar a pão de ló?