terça-feira, 19 de dezembro de 2006

Casalucho do «bas fond», estão à espera do quê?!?



Não compreendo, juro que não compreendo, o «bruaaaaa» que vai por aí à conta do livro da sr.ª Salgado sobre a vida dela com o sr. Costa.
É nitidamente um episódio de «bas fond». Um ajuste de contas do «bas fond»: rasteirinho, degradante, com o fedor próprio do meio.
E seria de esperar outra cousa? Ela é do «bas fond», ele é do «bas fond» e, como é normal no meio, separaram-se com peixeirada, ameaças, insultos e pontapés. É o «bas fond», pronto.
Estavam à espera do quê? Boa educação, princípios, maneiras, a decência que se espera das pessoas de bem ?!?
Não me façam rir.
Pronto. Diz que ela revela um crime. Volto a perguntar: qual é a surpresa? Só um?
Ah! Há quem questione a credibilidade dela.
E ele, por acaso tem alguma?
Não compreendo como os Portugueses prestam tanta importância a episódios do «bas fond». Estamos mesmo a precisar de uma revolução cívica.
Volta o pobre baronete de Praga para levar com isto.

Olha, estimações!

Barão de Lacerda

3 comentários:

Maria João disse...

É o Portugal que temos... E a propósito, que tal a verdadeira história da Ministra da Educação? Mª de Lurdes nasceu em Melgaço filha de pai incógnito. Ora a questão não está em ser filha de pai incógnito nem no cabrão do pai não a ter reconhecido legalmente. A questão revela-se em todo o seu esplendor no curioso facto de, antes de ter entrado para a política, ter ido pedir ao progenitor (que sempre soube quem era!)pedir para que este a registasse pois não queria ter problemas com os jornalistas mais tarde. Queria ter todos os esqueletos cá fora (ou bem fechados?). Investiguem( que não só gajas boas...)

Edgar Leite disse...

Tem toda a razão, caro Barão.
As pessoas questiom a «credibilidade» da ex-alternadeira e fingem não reparar no cadastro da «pobre vitima»...
... que é apenas um chefe mafioso - coisa sem importância! -, portanto, personagem digna de todo o crédito e merecedor de toda a confiança.

Cumprimentos

Castro da Cola disse...

Oh barão, então deu um saltito a Praga? Não ia só até Budapeste? Fica espantado com o estado da choldra? Ria, isto é um forrobódó... De que vale chorar?