sábado, 11 de fevereiro de 2006

Atenção Roménia: Pedroso está aí!!!



Olha, olha: o Paulo Pedroso foi para a Roménia! Não sabia. Conta o «Público» que a criatura «optou por viver na Roménia (este ‘optou’ tem piada!), onde é, por concurso da Comissão Europeia, chefe de uma equipa de peritos em questões de trabalho que analisa as condições do país com vista à integração na União Europeia». Coitados dos romenos! Conheço o país e sei que não mereciam uma coisa destas. Então o Pedroso anda pelas Roménias a analisar, a analisar. Acho de um mau gosto tremendo que ponham o Pedroso a anal-isar o que quer que seja, mas pronto, a Comissão que se responsabilize.
Se conhecesse a criatura – e não quero conhecer, livra! – sugeria-lhe uma visita ao castelo de Bran, na fronteira entre a Valáquia e a Transilvânia. Ali viveu há coisa de 550 anos o conde Vlad Tepes IV. Homem de maus modos e péssimo feitio, Vlad cheirava mal e suava abundantemente. Tratava os inimigos com extrema falta de educação e abusava fisicamente deles de uma maneira que faria corar de vergonha todos os arguidos da Casa Pia. Mas Vlad também tinha o sentido de humor apurado. Certo dia, recebeu uns embaixadores estrangeiros no castelo e eles não tiraram o chapéu na sua presença. O conde perguntou-lhes porque é que o não faziam. Os embaixadores responderam que não era costume deles «tirar o chapéu na presença de um homem». «Muito bem. Cabe-me a obrigação de vos manter firmes aos vossos costumes», retorquiu Vlad, antes de ordenar aos guardas que lhes pregassem imediatamente os chapéus à cabeça com cinco pregos afiados. «Assim já não precisam de o tirar», explicou. Dois dos embaixadores morreram logo e os outros três ficaram gravemente feridos.

Ademais, tinha este conde uma estranha fixação por sexo anal, pois sujeitou 30.000 pessoas à prática da empalação [sodomia versão «hard»] contra a vontade delas. A empalação era tida como um desvio sexual reprovável, geralmente desconfortável e doloroso. O conde utilizava falos rústicos de grandes dimensões e gostava de cear ouvindo os gemidos dos empalados; estes, penetrados horas a fio sem possibilidade de se defenderem, acabavam por ceder e calar-se. O que explica o facto de o conde nunca ter sido levado a tribunal por algum queixoso. Reza a lenda que Vlad Tepes ainda vagueia pela região na condição de morto-vivo. Que, helás!, é mais ou menos a condição política de Pedroso. Daí a oportunidade da visita.

Camillo Alves

6 comentários:

jorge medeiros disse...

Ofereçam um chapéu ao Pedroso (abas largas de preferência) e levem-no à presença do conde Vlad

michelle disse...

Tenho a impressão que foi o Pedroso que se fez ao lugar...Ele lá havia de saber alguma coisa. Aggh..que nojo este Pedroso!

zeta jones disse...

Empalação = desvio sexual?!? O Camillo gosta muito de brincar com as palavras

antónio teixeira disse...

A gravura é sugestiva mas o que me fez rir foi o episódio dos chapéus pregados à cabeça. Livra que o homem tinha mesmo «mau feitio». O resto são barbaridades próprias da Idade Média. Aliás, em alguns paises arábes a empalação ainda hoje é praticada para executar criminosos. Repito: Idade Média

américo s. duarte disse...

As coisas que mr. Camilo se lembra de ir buscar para justificar mais uma valente bordoada no Pedroso. E se o homem estiver inocente mr. Camilo, como é? Nunca pensou nessa hipótese, mr. Camilo? Eu por acaso também não. Portanto, pena afiada e siga a bordoada mr.Camilo

Anónimo disse...

A empalação é o supositório medieval